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BUSSACO

PROPRIA DOMUS OMNIUM OPTIMA

BUSSACO

PROPRIA DOMUS OMNIUM OPTIMA

31
Jan15

LUIGI MANINI

Peter

regaleira1.JPG

( foto Fundação Quinta da Regaleira)

T raçado pelo cenografo italiano Luigi Manini, o mesmo

projectista do Buçaco, o Palácio da Regaleira na quinta

do mesmo nome , pertodo centro de Sintra, é património

classificado. São quatro hectares de lagos e jardins,

vegetação , grutas e construções diversas numa mistura de

estilos onde predomina e neo manuelino do Buçaco.

De resto no Palácio, encontra-se o romântico com o gótico

ou a renascença com o nosso manuelino, uma construção

onde está presente o Buçaco, ou vice versa, tantas são

as identificações visuais ,estéticas, culturais.

As duas obras foram executadas na mesma época, entre

o fim do sec.XIX e o principio do sec.XX. e  fácil é

suspeitar por alguns dos mesmos artistas, tantos são

os elementos comuns. No que pode dizer  respeito a um

cidadão do centro deste país ,as diferenças entre entre

aqueles quatro hectares da Regaleira e os 105 hectares

do Buçaco, para lá da dimensão das obras e dos autores,

mede-seessencialmente pela a situação  geográfica ,

mas muito mais entre a massa crítica duma região centro

distraída  para não dizer outra  coisa, e a massa critica

duma sociedade do municipio de Sintra mais consciente, 

activo e responsavel.

Enquanto ali as coisas andaram para classificação

real do património real, aqui não arrancaram da inércia

balofa das politiquices paroquiais, ninguém percebeu

por exemplo  no pobre municipio onde se encontra ,

que o Buçaco como património é o único valor digno de

registo e com potencialidades para ser visivel no

vasto mundo actual onde poderia  e deveria desenvolver

o seu papel económico .

A sua destruição persistente  tem sido o preferivel ,

contribuindo  mais para a pobreza da própria 

administração local, já de si pobre  de acervo e de ideias. 

Diz o ditado popular que os homens não se medem aos

palmos, é verdade que não, medem-se sim pela capacidade

de perceber o seu mundo e o seu tempo e de antecederem

os outros nas  estratégias necessárias.

Infelizmente milagres , não se podem exigir a ninguém  ,

sobretudonestes tempos conturbados!

28
Jan15

O BUÇACO MUNICIPALIZADO

Peter

 

 

estragos.jpg

Lenhas amontoadas  e largas clareiras a cada passo.

 Se o post anterior mostra um Buçaco visto pela parte

de cima onde o verde tapa o que vai no interior e mostra

um conjunto agradável, esta fotografia  obtida no mesmo

dia mostra o que vai pela parte de baixo , onde os estragos

provocados pelas  intempéries de há dois anos continuam

evidentes  e falhos de intervenção eficaz. 

De ano para ano, a doença cresce e como  no Portugal  dos

nossos dias o dinheiro só chega a  banqueiros e a esta

fundação criada pelo Socrates , agora das romarias ao

templo da Diana ,não chegará verba suficiente

nem insuficiente para recuperar património.

Um faz de conta alías, como o do todo nacional!!!

 

 

 

08
Set14

CAMINHADA

Peter

 

Para caminhar , numa noite de breu, se o tempo

ajudar...desde Stº António do Cântaro.

Para quem não sabe...do Cântaro ,porque ali havia

sempre um cântaro de àgua para matar a sede 

aos caminheiros na antiga estrada real 

Coimbra Viseu.

 

A Night Walk

204 Years of Bussaco  battle between the 

anglo-portuguese army and Massena,

Napoleon's  marshal

 

 

 

 

07
Set14

NA RUA DA PICADA

Peter

 S ubindo o escadório da Fonte Fria e cortando á esquerda

junto á nascente encontramos esta Picada, onde da

largura total da rua se vê apenas um caminho de pé posto.

Esta fotografia é do fim de Agosto de 2014, depois de

duas  experiências passadas sobre a 'privatização'

politizada da Mata Nacional do Buçaco.

Sabe-se da excelência das  gestões, e  por isso aqui fica

um registo bem visivel  do trabalho efectuado!

13
Jan14

JOSEFA D' ÓBIDOS (1630-1684)

Peter

 

 Na noite de Natal ardeu o quadro da Senhora do Leite

que se encontrava na sacristia da Igreja do Convento do

Buçaco. Ao que parece, chovia no local como na rua

e ninguém se lembrou da existência dum quadro da autoria

de Josefa de Òbidos, datado e assinado pela autora.

Na origem do desastre um curto circuito, mas nos dias de

hoje não há por toda a Europa quadros desta valia sem proteção

contra curto circuitos e incêndios , em muitos países obrigatório

por legislação adequada.

Nu Buçaco, Fundação e Câmara da Mealhada que lhe dá apoio,

não sabem do assunto e encolhem os ombros perante a perda 

irremediavel do património. Não há responsaveis pela destruiçao

dos bens públicos, uma curiosa maneira de estar  na gestão

do património comum.

Abaixo fica a memória da obra, cujo valor de mercado andaria

pelos oitenta , cem mil euros na pior das hipoteses.

 

 

 O quadro seiscentista que ardeu no Convento do Bussaco

 

                 QUEM FOI JOSEFA DE ÓBIDOS 

 

                            (1630 – 1684)

 

Nascida em Sevilha em 1630, veio para Portugal, país de onde era natural

seu pai, o pintor Baltazar Gomes Figueira, tendo sido

conduzida para o noviciado em Coimbra onde executa a sua primeira obra

de arte conhecida – a representação de Santa Catarina(1646).

Não se adaptando à realidade do convento, Josefa instala-se em Óbidos

e inicia uma intensa actividade na área da pintura, primeiro colaborando

com seu pai e, depois, autonomamente, granjeando bastante fama nacional

e internacional.

Sendo uma rara excepção à regra, quebrou muitos dos cânones de uma

sociedade predominantemente masculina, estabelecendo-se profissionalmente

como pintora. Não sendo a única mulher praticando esta actividade, Josefa foi,

contudo, um expoente, já que, de facto, a sua atitude perante a pintura não

era a de uma mera curiosa ou artífice, mas sim de uma verdadeira artista,

com capacidades criativas, um apurado sentido estético e um forte

domínio técnico.

O estudo da luz e dos contrastes que compõem a corrente proto-barroca

de matriz peninsular, intimamente relacionada com a pintura sevilhana e

madrilena, são marcas importantes no percurso e na definição artística de

Josefa d’Óbidos, colhendo ensinamentos na observação de obras de grande

vulto, ou directamente com os mestres, alguns deles ligados à sua própria família.

Zurbarán, Francisco de Herrera, Valdez Leal, André Reinoso e o próprio pai,

Baltazar Gomes Figueira, para além de mais remotamente Caravaggio,

são nomes que se associam à sua aprendizagem artística. Contudo, se Josefa

não supera alguns dos nomes mais importantes da pintura seiscentista peninsular,

acrescenta-lhe seguramente uma nova tónica, onde o misticismo doloroso,

algo violento e majestático dá lugar ao misticismo terno, tão bem representados

nos Meninos Salvadores do Mundo, com as suas vestes translúcidas, rendadas

e decoradas de pequenas jóias e flores, conferindo-lhe um carácter singelo;

mas que também pode ser intimista no caso das telas que representam o 

Senhor da Cana Verde ou a Toalha de Verónica (na Misericórdia de Peniche).

Esta ingenuidade aparente, que transforma as figuras sagradas em elementos

algo irreais é, no entanto, contrariada em obras de grande qualidade técnica,

surgindo naturezas-mortas e retratos de grande fidelidade. Note-se uma das

maiores obras-primas da pintura portuguesa de Seiscentos, o Retrato do

Beneficiado Faustino das Neves, actualmente patente no Museu Municipal.

Morreu em Óbidos, em 1684, com uma vasta obra produzida e espalhada pelo

país e estrangeiro. Muitas das suas obras desapareceram com o tempo, com a

mudança dos gostos artísticos e com o terramoto de 1755. Hoje a sua obra

encontra-se dispersa em organismos do Estado (museus, embaixadas, etc.),

em fundações, igrejas e em casas particulares.

O seu legado artístico tem vindo a merecer uma crescente atenção por parte

dos historiadores de arte e museólogos, registada nas exposições da Academia

Nacional de Belas-Artes (1942), no Museu de Arte Antiga de Lisboa (1949),

em Óbidos, na Igreja de São Tiago (1959), na Galeria Ogiva (1971) e no Solar

de Santa Maria (1984), na Galeria de Pintura do Rei D. Luís no Palácio da Ajuda (1992)

e, mais recentemente, no National Museum of Womem in Arts de Washington e

em Londres, no Instituto Italiano (1997), onde esteve patente, também,

a presente obra. 

(texto retirado no Catálogo do Museu Municipal de Óbidos)

  

27
Jan13

OS TOMBOS DO BUÇACO

Peter

 

A gigantesca arranca jaz junto ao tronco do mais velho cedro da mata do Buçaco.

 

 

                   HISTÓRIA DE BENJAMINS  *               

 

                          A lgumas histórias da Fundação Buçaco tem que  ser contadas para termos uma noção do que é a instituição. Para começar, já não se duvida  que a  dita fundação tem as portas fechadas á freguesia do Luso. Chegaram, tomaram conta do bem como de um quintal de  sua inteira  propriedade, e criaram uma  barreira entre eles e a população local com agressividade, desprezo e antipatia. Neste momento,o incomodo é reciproco.E as pessoas que adoravam e adoram o Buçaco,vêm-no hoje doente, anorético, como  uma  cangrena a precisar de mudança e cura para voltar a ser como era ,um espaço aberto , sério  um recurso turistico de primeira grandeza do municipio e região.

                   Não é assim que a fundação vê o Buçaco. Não tem noção desta dimensão, vê-o como uma  paroquial agremiação de cultura ou folcklore com os pequenos problemas inerentes áquelas organizações. Falta-lhe pois capacidade de relativizar o que são o valor dos recursos que temos e por isso a  imagem global do Buçaco, a par da imagem das Termas do Luso, tem sido reduzida  e posta ao serviço dum simplismo onde as iniciativas se limitam a uso doméstico e de fraca qualidade para despertar mercados. Numa imagem acessivel, direi que o Buçaco passou a ser uma pérola adormecida. Além de divorciado da freguesia e do concelho, e repete-se aqui o controleirismo politico de que enferma a Câmara da Mealhada, desligando-se completamente duma co-habitação saudavel com o meio, a freguesia e as pessoas que no caso, são os primeiros socorristas do espaço em caso de calamidades .

              A fundação quer ser inimiga e competidora e não um aliado ou um complemento   do turismo local e concelhio como sempre foi a Mata do Buçaco. Leia-se a história da industria hoteleira a partir da construção do hotel da mata e  depois do palace hotel para se perceber a importância que teve nos primordios do turismo em Portugal e  como esteve desde esse inicio  perfeitamente inserido no meio, em consonânsia, ás vezes  não muito fácil, com a parte militar, a parte religiosa e a parte cultural. Hoje, ditatorialmente , excluiem-se as outras o que  anarquisa e falsifica as eventuais intervenções no espaço. Entregue por engano , irresponsabilidade ou clientelismo  politico a  quem pouco percebe da actividade, o perimetro da Mata está transformado numa loja onde tudo se paga para dar um passo e onde não se pretende dar nada em troca. Paga-se para entrar na floresta, para entrar no Convento, para procurar morcegos, observar peixes que não existem em  ribeiros que os não tem, por apanhar meia duzia de castanhas a quem as viu pelo chão no tempo delas,e outros disparates que afastam deste amadorismo saloio o turista sério e pagante, aquele que pode  verdadeiramente trazer valor acrescentado.  Brincar com os meninos das escolinhas locais depois contabilizados como turistas , para lá do encanto que pode trazer ás crianças, nada acrescenta nem tira á actividade hoteleira . Que o digam o Hotel do Buçaco e as unidades do Luso vitimas da crise mas também do mau desempenho buçaquino. Mas mesmo as crianças , usadas conforme a conveniência,não parece merecerem grande importãncia aos presumidos gestores de coisas publicas, como vou relatar a seguir.

              Uma das últimas histórias é esta:

              O Clube Desportivo local tem uma equipa de futebol de "benjamins" constituida por crianças com idades á  volta dos seis anos. Há cerca de um mês ,pouco mais ou menos, o treinador resolveu fazer um passeio  pedestre ao Buçaco com os 35 alunos que tem a escola e por uma questão de delicadeza quando passou pela sede disse ao chefe da fundação, que ganha milhares de euros mensalmente, ao que ia.O  dito chefe puxou pelos galões e por um  livro de recibos e exigiu ao professor a quantia de cem euros para poder brincar, saltar e correr com os miudos  no espaço dentro da Cerca. Iam a pé mas eram um grupo ! Espantado e depois indignado, o responsavel recusou-se a pagar e regressou ao Luso com as crianças. Isto diz bem da inimizade com que a fundação vê a freguesia e põe a nu a  ridicula e irresponsavel gestão da Mata do Buçaco bem como a febre de dinheiro de que enferma.

            Passou pouco tempo e caiu sobre  o bosque a tempestade que se sabe com os estragos que causou. Desorientados, os gestores pediram ajuda á população que desde o inicio vêm espezinhando, combatendo e enxotando, digamos assim, traduzindo a sua relação com o meio envolvente em prestação de serviços pagos e regateados. Para chegar ao cumulo de exigir  a um residente que ouviu o apelo á limpeza e foi com um carro puxado á mão buscar duas ramadas de eucapipto ao meio da estrada, o pagamento dessa lenha. Depois fecharam as portas com  correntes para evitar os roubos!

Estes factos  são indignos  de pessoas que estejam á frente dum espaço como o Buçaco ,porque a realidade é que não compreendem a dimensão do bem nem actuam  dentro dos interesses da freguesia.Quer queiram quer não a Mata é na freguesia administrativa do Luso. Nem entendem os interesses do municipio, nem da região centro , para não ir mais longe porque de facto a  Mata, tal como está, não tem capacidade para ir mais longe.

            Há  dois, três meses a esta parte,vinha a dita chefia a ser alertada por uma associação de defesa local para o facto do cedro de S.José não estar preso pelas espias de sustentação que há muitos anos o seguram  para  que não caia sobre a riba onde se apoia. Depois do aviso com a presença no local, nada foi feito pelo arranjo e reaperto dos cabos  de protecção da centenária árvore, supostamente a mais antiga da floresta plantada pelos carmelitas  descalços por volta de 1644 . Resistiu ao ciclone de 1941 e ruiu agora com a tempestade, não no tronco que se mantém hirto, mas nas ramadas onde faltaram as espias para aparar o corpo gigantesco.Tombaram e arrasaram a Ermida do mesmo nome, de S.José. Mandada construir por Manuel de Saldanha, Reitor da Universidade de Coimbra e combatente da Guerra da Restauração, em 1643 ,os  alicerces foram abertos em 3 de Setembro com a presença  do Reitor, ficou agora reduzida a pouco mais que cacos . Teriam as espias em falta sido suficientes para evitar o derrube ? Fica a dúvida , mas sabe-se da incúria do gestor responsavel pela Mata nada  tentando para repor a defesa contra  eventuais futuros dessastres. O que veio a acontecer.

           Na limpeza e serviços de recuperação do espaço, não conhecemos a presença do Ministério da Agricultura, tutela deste património, de modo que não custa acreditar que este trabalho de limpeza possa vir a  proporcionar mais prejuizos que o próprio temporal. É tempo de alguèm responsavel olhar pelo património que herdamos  das gerações anteriores , não com espirito de mercantil dum merceeiro de bairro, mas com a consciência clara  da matriz   cultural que a todos pertence e diz respeito. A Mata é Nacional.

Quanto a custos,chega de lamentações e peditórios que a madeira abatida pelo vendaval chega e sobra para recuperar o bosque nas devidas condições.


* Esta história não se passou assim. De facto a informação  sobre a visita foi efectuada telefónicamente e o pagamento da mesma exigido pelo telefone. Com a exemplificação prática aqui relatada, dá-de melhor ideia da filosofia que está por trás da fundação.

27
Dez12

BOAS FESTAS

Peter

                                                                                                                                                                                                                              

        2012/2013

       Boas Festas

      Merry Cristhmas

       Buone Feste                                                                                                                                                                    

12
Nov12

PORQUE SECA Stº ELIAS ?

Peter

 

Esta foto é da Fonte de Stº Elias, no Buçaco.

Sêca , numa serra de tanta água !

- Porque secas Stº Elias ?? É a pergunta que se põe.

-Porque não limpam a mina. A resposta que se impoe.

-Sabem onde é?

-Talvez não, as afundações só sabem sacar  e estragar.

-Há quem saiba ????

-Hà!

-Porque não a limpam então?

-Porque são burros e não perguntam a quem sabe!

-E ganham para isso?

-E não é pouco...

-Quem paga?

-Nós todos.

E os burros são eles ou nós?

...   ...   ...   ...


18
Out12

AFUNDAÇÃO BUÇACO A 44%

Peter


Porta das Lapas, casa ( para alugar?)

No relatório da avaliação feita pelo Estado ás

Fundações a Afundação familiar-socrática Mata

do Buçaco ficou-se por uns vergonhosos 44%.

Um chumbo claro, que atesta que aquilo que

se vem aqui denunciando tem razão de ser.

Apesar de toda a demagógica propaganda dos

pseudo administradores da coisa publica ,

mais alguns a contribuir  sem vergonha para

o estado a que o país chegou e os portugueses

sofrem ( lembremos que auferem milhares dos

nossos impostos para destruir a Mata Nacional

e veja-se a estrada da Cruz Alta a exemplo) a

Mata está bem pior do que quando estava nas

mãos do Ministério da Agricultura e os

visitantes são muito menos do que os que

anteriormente nos visitavam.

Contabilizado em termos de receitas turisticas

uma catastrofe.É evidente que desmandos

destes , cedo ou tarde, terão que acabar.

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